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domingo, 1 de setembro de 2013

O RITUAL DA INFIDELIDADE FEMININA



A CONDIÇÃO DA MULHER DE ACORDO COM A BÍBLIA


Esta é mais uma passagem bíblica que os padres e pastores procuram manter longe das suas pregações.
 

Embora esteja no Antigo Testamento, esta não deveria ficar de fora dos sermões, pois a passagem de Malaquias 3.10, que institui o dízimo, também está no Antigo Testamento, mas, nem por isso, deixa de ser citada dia. Trata-se do ritual que deve ser cumprido sempre que um homem desconfiar que está sendo traído por sua esposa, não importando se ela está o traíndo de fato.

Antes que algum religioso mais exaltado queira me apedrejar, como era de costume bíblico, dizendo que estou inventado o caso, quero lembrar que procurei ser o mais fiel possível ao que está descrito em Números  5:12-31. Pode conferir em sua bíblia! Caso não goste do teor do texto, fique à vontade para rasgar as páginas que o contém

Da mesma forma que alguns elementos do texto de Malaquias foram, convenientemente, adaptados à linguagem de hoje, como, por exemplo,  os alimentos a serem ofertados que foram convertidos para dinheiro, adaptaremos também à linguagem de hoje alguns elementos do texto do livro de Números. 

DETALHES DO RITUAL 

Se uma mulher se desviar do seu marido e lhe for infiel, e outro homem deitar-se com ela, e isso estiver oculto de seu marido, e a impureza dela não for descoberta, por não haver testemunha contra ela nem tiver ela sido pega em flagrante; e se o marido dela tiver ciúmes e suspeitar de sua mulher, esteja ela pura ou impura, ele a levará à autoridade da igreja, com uma oferta de um jarro de farinha de cevada em favor dela. Não derramará óleo nem colocará incenso sobre a farinha, porque é uma oferta de cereal pelo ciúme, para que a verdade sobre o pecado seja revelada. 

A autoridade da igreja trará a mulher e a colocará perante o seu deus. Então apanhará um pouco de água amarga num jarro de barro e colocará na água um pouco do pó do chão do templo. 

Depois de colocar a mulher perante o seu deus, a autoridade da igreja soltará o cabelo dela e a oferta memorial em suas mãos, a oferta pelo ciúme, enquanto ele mesmo terá em sua mão a água amarga que traz maldição. Então o sacerdote fará a mulher jurar e lhe dirá:

 “Se nenhum outro homem se deitou com você e se você não foi infiel nem se tornou impura enquanto casada, que esta água amarga que traz maldição não lhe faça mal. Mas, se você foi infiel enquanto casada e se contaminou por ter se deitado com um homem que não é seu marido... que o Senhor faça de você objeto de maldição e de desprezo no meio do povo fazendo que a sua barriga inche e que você jamais tenha filhos.” 

E depois lançará uma maldição sobre a mulher. 

“Que esta água que traz maldição entre em seu corpo, inche a sua barriga e a impeça de ter filhos.” 

Então a mulher dirá:

 '‘Amém. Assim seja."

O sacerdote escreverá essas maldições num documento e depois as lavará na água amarga. Ele a fará beber a água amarga que traz maldição, e essa água entrará nela, causando-lhe amargo sofrimento. 

O sacerdote apanhará das mãos dela a oferta de cereal pelo ciúme, a moverá ritualmente perante o Senhor e a trará ao altar. Então apanhará um punhado da oferta de cereal como oferta memorial e a queimará sobre o altar; depois disso fará a mulher beber a água. 

Se ela houver se contaminado, sendo infiel ao seu marido, quando o sacerdote fizer que ela beba a água que traz maldição, essa água entrará nela e causará um amargo sofrimento; sua barriga inchará e ela, incapaz de ter filhos, se tornará objeto de maldição entre o seu povo. 

Se, porém, a mulher não houver se adulterado, mas estiver pura, não sofrerá punição e será capaz de ter filhos. 

Esse é, pois, o ritual quanto ao ciúme, quando uma mulher for infiel e se contaminar enquanto casada, ou quando o ciúme se apoderar de um homem porque suspeita de sua mulher. O sacerdote a colocará perante o Senhor e a fará passar por todo esse ritual. 

Se a suspeita não se confirmar, o marido estará inocente, não sofrerá nenhuma penalidade. Do contrário, se a mulher tiver realmente adulterado, sofrerá as duras consequências do seu deslize. 

Se esta passagem não fosse, desonestamente, escondida dos olhos das pessoas, certamente não encontraríamos tantas mulheres frequentando as igrejas. 

E também é uma grande desonestidade argumentar dizendo que Jesus, ao morrer, libertou a humanidade de sacrifícios, pois, se isto fosse verdade também teria a libertado do sacrifício do pagamento de dízimos. 

É por desconhecer a bíblia, e por acreditar apenas no que os líderes religiosos dizem, que muita gente passa a seguir alguma religião. 

Para estes desavisados vale também citar um versículo que eles tanto ouvem nos sermões – Errais, não conhecendo as escrituras!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Igrejas Colossais do Poder da "Grana".

Não dá mais para esconder. A vida de luxo e a ganância dos líderes religiosos, principalmente das igrejas modernas, não deixam qualquer dúvida de que a religião não passa de um meio de vida para muita gente.

sábado, 17 de setembro de 2011

Enquanto a casa cai.

Dízimo, uma mina de dinheiro.

Pondo a funcionar o nosso raciocínio lógico, percebemos que muitos mandamentos, inclusive o maior deles, e hábitos do Antigo Testamento foram desprezados pelos cristãos, pois, segundo eles, Jesus cumpriu a lei, ao morrer crucificado.
Entretanto, convenientemente, a prática da cobrança do dízimo permanece firme e forte.


 Diferente da cobrança do dízimo relatada no Antigo Testamento, em que era dado em forma de produtos ao final de cada três anos, o dízimo hoje é cobrado mensalmente em dinheiro.

Com meu comentário intercalado (em vermelho), vejamos como funcionava a oferta do dízimo, segundo Deuteronômio 14.22-29:

“Certamente darás os dízimos de todo o fruto da tua semente....”

Como podemos ver, não há referência a dinheiro, e sim a produtos.

“E, perante o SENHOR teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao SENHOR teu Deus todos os dias.”

Percebemos que o dízimo não era entregue a nenhuma autoridade religiosa; ele era consumido pelo próprio ofertante. Tratava-se apenas de um tipo de consagração, uma apresentação em forma de agradecimento, dos produtos ao deus.

“E quando o caminho te for tão comprido que os não possas levar, por estar longe de ti o lugar que escolher o SENHOR teu Deus para ali pôr o seu nome, quando o SENHOR teu Deus te tiver abençoado; Então vende-os, e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o SENHOR teu Deus”

Somente agora há uma menção, em caráter especial, ao dinheiro. Quando o local destinado à consagração dos produtos for muito distante, o fiel deve vendê-los e guardar o dinheiro consigo.

“E aquele dinheiro darás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, e por ovelhas, e por vinho, e por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; come-o ali perante o SENHOR teu Deus, e alegra-te, tu e a tua casa”.

Ao chegar ao local destinado à consagração, com aquele dinheiro que arrecadou com a venda dos antigos produtos, o fiel compra o que desejar. E, detalhe, ele e seus familiares deveriam consumir os produtos (no Antigo testamento a expressão “tua casa” significava tua família).

“Porém não desampararás o levita que está dentro das tuas portas; pois não tem parte nem herança contigo.”

Agora sim, faz-se menção a uma figura religiosa, não necessariamente uma autoridade, alguém que se dedicava inteiramente ao serviço religioso, ou seja, um levita. Mas a estas pessoas era oferecida apenas uma pequena parte do dízimo, e não a sua totalidade, como se faz hoje.

“Ao fim de três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os recolherás dentro das tuas portas”

Este versículo joga por terra a cobrança mensal e vergonhosa dos dízimos. Se os cristãos lessem a bíblia com atenção, perceberiam que a “oferta” dos dízimos era feita ao final de cada período de três anos.
E, mais uma vez, a instrução para que os produtos fiquem com o próprio ofertante.

“Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o SENHOR teu Deus te abençoe em toda a obra que as tuas mãos fizerem.”

Tendo consagrado os produtos ao seu deus, o fiel deveria consumi-los com sua família, e abrir as portas da sua casa, ou propriedade, às pessoas de fora, aos órfãos e às viúvas, que morassem próximo, para que pudessem se alimentar também.

Vemos, então, que a prática da cobrança dos dízimos não passa de um esquema armado pelos líderes religiosos modernos, com o intuito único de arrecadarem dinheiro.