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sexta-feira, 28 de agosto de 2020


OS DIAS INTERMINÁVEIS DA BÍBLIA



Há alguns dias, um amigo meu, que é membro de uma dessas igrejas que guardam o sábado para jejuar, orar e não trabalhar, tentou me persuadir a seguir a sua religião.

Procurando não o magoar, eu me recusei e tentei mudar o foco da conversa. Mas ele passou a insistir e a relatar suas experiências desde que passara a seguir os ensinamentos da religião, que julga ser a mais coerente de todas.

Disse-me ele: Desde que me converti à minha igreja as coisas mudaram para melhor, mas, para isso, precisei deixar o meu antigo modo de viver para trás, e passei a obedecer fielmente aos mandamentos da Bíblia.

Como eu sei que muitos mandamentos bíblicos são impossíveis de serem seguidos pelo ser humano, perguntei-lhe a quais mandamentos ele estava se referindo. Ele, sem demora, respondeu que dedicar o sábado ao seu deus seria um deles.

Então, como me vi preso à conversa, e para chegar ao ponto que eu queria, lhe perguntei se Jesus não havia desobrigado os fiéis a cumprirem este mandamento no Novo Testamento. Ele, convicto, alegou que não.

De acordo com a Bíblia, no Velho Testamento, o povo judeu deveria dedicar o sábado ao deus que adoravam. Durante um dia inteiro, do pôr do sol da sexta-feira ao pôr do sol do sábado, nenhum judeu poderia comprar, vende ou negociar. Não era permitido sequer acender uma fogueira para cozinhar ou se aquecer durante o sábado. O mandamento era extensivo a todos os membros da família, inclusive os escravos e animais. A pena para quem descumprisse esse mandamento seria a morte.

Tentei exaustivamente convencê-lo que nenhuma religião tem fundamentos sólidos a ponto de me convencer a segui-la. Mas como ele continuava insistindo, decidi dar a cartada final, perguntando-lhe se a sua igreja exige que todos os seus membros guardem o sábado, independente de onde eles estejam. A resposta foi afirmativa. Então eu lhe disse que em algumas regiões da Terra próximas aos polos, como a Finlândia e a Noruega, por exemplo, é impossível que alguém consiga cumprir esse mandamento.

Por desconhecer Geografia, o meu amigo não fazia a menor ideia de que nas regiões polares, durante o verão o sol permanece acima do horizonte por mais de dois meses, sem nunca se pôr. E quando finalmente se põe, só volta a nascer após dois ou três meses. Até ali, ele acreditava cegamente que o seu deus havia criado o sol para brilhar durante o dia e a lua para brilhar à noite. Jamais passaria por sua cabeça que o sol poderia ficar tanto tempo sem nascer.

Ele, sem dúvida, repensaria a sua obediência a este mandamento se visse o sol se pôr em uma sexta-feira, sabendo que ele só voltaria a nascer após dois ou três meses.

Por fim, ele acabou desistindo de tentar me persuadir. Mas, como eu esperava, não abandonaria a sua crença, pois disse que não havia perdido nada nos polos, portanto nunca precisaria ir para aqueles lados.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

O INCRÍVEL ENCONTRO DAS ONZE GERAÇÕES.


A bíblia não mostra, talvez por descuido daqueles que a elaboraram, que todos os patriarcas pós-diluvianos da família de Abraão estavam incrivelmente “vivinhos da silva” quando este completou seus quarenta anos de vida. Precisei recorrer à morfologia para classificar o grau de parentesco de muitos deles em relação a Abraão. É cansativo, mas vale a pena conferir no que deu: Terá era seu pai, Naor era seu avô, Serugue era seu bisavô, Reú era seu trisavô, Pelegue era seu tetravô, Heber era seu pentavô, Selá era seu hexavô, Arfaxade era seu heptavô, Sem era seu octavô e Noé, seu eneavô. É absurdo, mas, de acordo com a bíblia, eles foram contemporâneos por, pelo menos, quarenta anos.

Só para dar um exemplo, de acordo com a bíblia, quando Noé morreu Abraão estava com cerca de sessenta anos. É muito estranho o fato de estas duas pessoas tão importantes na narrativa bíblica nunca terem se encontrado ou, pelo menos, tentado se comunicar uma com a outra. Também não há nenhum registro de Abraão tomando conhecimento e lamentando a morte de Noé, a grande estrela da história do dilúvio, ocorrido havia pouco mais de trezentos anos.


Causa estranheza também o fato de, depois do dilúvio, Noé ter mergulhado no mais completo anonimato, e nele permanecido, por trezentos e cinquenta anos, até a sua morte. Sequer um comentário há sobre Noé questionando existência da maldade entre os homens nas cidades de Babel e, posteriormente, em Sodoma, mesmo havendo tão pouco tempo desde que havia ocorrido o grande dilúvio, quando Deus o submetera a passar quase um ano de tortura, dentro de uma arca fétida, cheia de animais, com fezes e urina pra todo lado e infestada de insetos, justamente para acabar com a maldade entre os homens.


Até fico imaginando uma situação hipotética, embora biblicamente possível, em que Abraão decide reunir os seus ancestrais vivos para uma festa por ocasião do seu aniversário de quarenta anos, e descobre que, por incrível que pareça, todos eles, desde o seu pai até Noé, estão vivos. Se à época já existissem máquinas fotográficas, daria até para reunir todos na mesma foto. Mas talvez fosse necessária uma lente grande angular.


Pode até ser que haja um ou outro pastor, ou líder religioso, que tenha chegado à conclusão de que Abraão e Noé tenham sido contemporâneos por algum tempo. Quem quiser fazer prova disso, basta perguntar a algum padre, pastor, rabino ou qualquer cristão se Abraão poderia, algum dia da sua vida, ter se encontrado e cumprimentado Noé com um aperto de mão. O único empecilho, no caso, seria a distância, mas como no subconsciente da maioria dos religiosos já se implantou a ideia de que os dois personagens não viveram à mesma época, ele certamente te olhará com um ar de superioridade de quem conhece a bíblia e responderá que o tempo seria o obstáculo.

Enfim, tudo isso pode até ser aceito por muitos como tendo sido fatos verídicos, mas para mim não passa de fantasia demais e sensatez de menos.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

SE EU FOSSE DEUS

Há um conhecido provérbio que diz: “Prego que se destaca leva martelada”.

Eu poderia estar criticando qualquer outro deus, mas como o deus judaico-cristão (Javé ou Jeová, como queiram) -  que doravante chamarei simplesmente de “Deus”, pelo fato de ele assim ser mais conhecido - é o mais popular aqui no Brasil, nada mais lógico que ele seja também o mais criticado. Portanto, é só por este motivo que direciono a ele a maioria das minhas críticas.

Os seguidores de Deus costumam dizer que a desobediência dos primeiros humanos às suas instruções é a causa de todos os males que acometem a humanidade e, por tabela, os outros animais.

Apesar de Deus em alguns momentos, sempre que conveniente, assumir características particularmente humanas, como, se arrepender (Gênesis 6.6; Êxodo 32.14; I Samuel 165.35 e Amós 7.3), se esquecer de algo (Gênesis 30.22; Êxodo 6.5; Salmos 105.11; Salmos 105.42) e, como nós, precisar ver com os próprios olhos para acreditar em algo (Gênesis 11.15), a sua característica mais marcante é a de um ser extremamente sádico, que sente um prazer inexplicável com o cheiro da fumaça exalada pelo corpo de um animal sendo queimado e, pior, com o derramamento de sangue de homens em batalhas e animais executados em sacrifício.

Mas, será que os seus seguidores não se apercebem que se ele de fato existisse, se fosse realmente o criador do universo, se mantivesse tanto poder concentrado em suas mãos e fosse senhor absoluto de todas as suas vontades, o mundo obrigatoriamente deveria ser o que imaginamos ser um paraíso?

A título de exemplo, se eu fosse Deus, com os poderes a ele atribuídos, nada -nada mesmo - me impediria de fazer do mundo o paraíso com o qual a humanidade tanto sonha.

Se aceitássemos a ideia de que o universo tivesse sido criado como na bíblia está escrito, concluiríamos que os erros cometidos por Deus no suposto plano de criação do universo seriam muitos, e, além disso, determinantes nos fatores que contribuiriam para que o mundo fosse o que hoje é. A maioria deles, eu, se fosse Deus, jamais cometeria, pois saberia de antemão que desencadeariam eventos comprometeriam seriamente o projeto de tornar o mundo um paraíso.

Portanto, primeiramente, se eu fosse Deus, não criaria anjos, pois, sendo onipresente, eu não precisaria deles e, sendo onisciente, saberia que um deles se rebelaria, se tornaria o que chamamos de demônio, corromperia milhões de outros anjos e lideraria um motim no céu para tomar o meu lugar.

Se eu fosse Deus, não criaria um universo tão vasto, com imensas galáxias, pulsares, quasares e buracos negros, afastados entre si por distâncias imensuráveis, para colocar os seres humanos em uma “bolinha” quase imperceptível até mesmo se observada do planeta mais próximo.

Se eu fosse Deus, não criaria a Terra sujeita a tantos fatores os eventos, como, pragas, epidemias, secas, tempestades, vulcões, terremotos, tsunamis e furacões, que ameaçam a segurança dos seus habitantes.

Se eu fosse Deus, não criaria animais presas e predadores.
Se eu fosse Deus, não criaria o homem com sentimentos de inveja, orgulho, preconceito e tantos outros que nada acrescentam à espécie humana. Dispensaria a prática de sacrifícios e ofertas, pois elas certamente causariam a inveja de um irmão em relação a outro, por julgar que a oferta deste foi melhor que a sua.

Se eu fosse Deus, encheria o mundo apenas com pessoas boas, não permitiria que pessoas más viessem ao mundo para perturbar a paz.
Se eu fosse Deus, não colocaria uma árvore no planeta Terra para proibir e punir, com ameaça de morte e sofrimento eterno, os primeiros seres humanos que desobedecessem e comessem dos seus frutos, estendendo esta punição desproporcional a todos os seus descendentes.

Se eu fosse Deus, não autorizaria que uma nação invadisse outra para saquear e matar indiscriminadamente milhares de pessoas, poupando apenas as jovens virgens para serem estupradas e servirem de escravas sexuais.

Se eu fosse Deus, nunca permitiria que um filho perdesse seus pais e jamais imporia aos pais a dor de perder um filho.
Se eu fosse Deus, não ordenaria o espancamento de um filho desobediente e, tampouco, o seu apedrejamento até a morte, caso ele insistisse em desobedecer.

Se eu fosse Deus, jamais puniria o homem com um sofrimento eterno, por faltas transientes. Eu, sabendo das consequências das suas decisões, sentaria ao seu lado e orientaria a tomar mais certa.

Se eu fosse Deus, não me esconderia por trás de tantos mistérios, eu falaria diretamente com cada uma das minhas criaturas, evitando a exploração religiosa por parte de aproveitadores e charlatães que fazem da fé alheia fonte inesgotável de lucros, que impõem aos seus incautos seguidores uma vida de sacrifícios.

Se eu fosse Deus, não exigiria adoração - adoraria ser adorado ou, melhor, amado apenas por ser um deus, acima de tudo, humano.

Enfim, se eu fosse um deus criador do universo, sendo detentor de toda sabedoria e absoluto poder, o mínimo que poderia se esperar de mim é que este universo fosse perfeito.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A SOLIDEZ DA REALIDADE E A FLUIDEZ DA FÉ

Quando nós, ateus, observamos friamente o modo de viver daqueles dos religiosos que têm a bíblia como sua base de fé, chegamos à conclusão que seus pensamentos oscilam entre a realidade e a fantasia.

Diante da impossibilidade de negarem um fato concreto, eles criaram uma forma de encará-los com mais facilidade, sem, no entanto, mudarem a natureza deste fato, ou seja, o fato é real, mas eles o encaram como se não fosse. Isso os faz se senti mais confortáveis, pois, apesar dos pesares, conseguem digerir com certa facilidade a dura realidade da sua existência.

Só para entendermos melhor como isso funciona, vejamos algumas situações em que, por exemplo, um cristão vale-se da fé para encarar um fato real.

Pela fé, o cristão acredita que Jesus é o pão da vida (João 6:48), e que o seu deus não deixa que nada lhe falte (Salmos 23.1). Mas, para que não lhe falte alimento, ele vai constantemente à padaria e ao mercado.

Pela fé, o cristão acredita que Jesus é a luz do mundo (João 8:12). Mas, temendo ficar sem luz, ele paga todos os meses a conta de energia elétrica.

Pela fé, o cristão acredita que Jesus é uma fonte de água (João 8:12), e que o seu deus pode fazer jorrar água de uma pedra (Isaías 48:21; Salmos 114:8; Números 20:8). Mas, para que seu fornecimento de água não seja cortado, ele paga todos os meses a conta d’água.

Pela fé, o cristão também acredita que Jesus é um advogado (João 1:2) e finge acreditar na justiça do seu deus (Mateus 6:33).

Mas, burla o mandamento do ano da remissão (Deuteronômio 15:1,2), e recorre à justiça dos homens, quando alguém lhe deve algo.

Pela fé, o cristão acredita que pode fazer qualquer coisa, até mesmo “coisas impossíveis de serem feitas” (Filipenses 4:13). Mas usa pontes, ao invés de caminhar sobre as águas; sobe e desce morros, ao invés de tirá-los do caminho.

Pela fé, o cristão acredita que pode curar doenças (Lucas 9:1, Mateus 10:1). Mas não hesita em procurar ajuda médica, quando sente um problema de saúde.

Pela fé, o cristão acredita que pode fazer todos os milagres que Jesus teria feito, inclusive, ressuscitar mortos (João 14:12). Mas, infelizmente, dá de cara com a dura realidade diante da perda de um ente querido, e, impotente, não ousa sequer recorrer ao poder que supõe ter. Então, assim como os ateus, dobra-se diante da realidade, e tudo que lhe resta é aceitar o fato e lamentar.

Por fim, a mente humana tem a capacidade de galgar distâncias inimagináveis. Alguns valem-se desta peculiar capacidade para estudar a realidade do mundo à sua volta, enquanto outros, a usam para fugir desta realidade.

A menos que tiremos os obstáculos do caminho, eles permanecerão lá.

sábado, 11 de julho de 2015

FORÇANDO A BARRA.

No mundo antigo e medieval, onde o acesso ao conhecimento era privilégio de poucos, tudo o que os autores bíblicos ensinavam sobre a vida humana e o mundo que nos cerca era considerado literalmente correto.Mas, com o avanço da Ciência Moderna - a qual, por mérito, substituiu a religião como autoridade máxima do ensino - os teólogos e líderes cristãos, estrategicamente, mudaram seus discursos e passaram a afirmar que os textos bíblicos que discordam da Ciência são metáforas, enquanto os que concordam com ela permanecem literais.Se este é o caminho de defesa escolhido pela igreja, então o seu fim é iminente, e sem dúvida será trágico. Pois, neste caso, falta pouco para que a bíblia inteira se torne uma metáfora, e a religião cristã entre para o roll da mitologia universal, tomando o seu verdadeiro lugar ao lado das mitologias grega, suméria e egípcia nos livros de ensino público regular.Em vista disso, sábio é aquele religioso que tem humildade para reconhecer que a bíblia não é - e jamais poderia ser - um livro de cunho científico a fim de defender a sua fé.

Texto extraído e adaptado de www.deuscienciaereligiao.com
Ilustração: Milson

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A EFICIÊNCIA DA AÇÃO.

Se você contrair uma gripe e orar, ela sara. E se você não orar, ela também vai sarar.

Se você procura por algo e orar, talvez encontre. E se não orar, talvez também encontre.

Por mais escura e difícil que seja uma noite, se você orar, um novo dia amanhece. E se não orar, ele também vai amanhecer.

Porém, se alguém estiver escorregando à beira de um precipício, por maior que seja a sua fé, não tente juntar as suas mãos para orar ao invés de estendê-las para ajudar, pois o resultado certamente será trágico.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ALGUÉM VIU DEUS POR AÍ?

Deus já foi visto por alguém? A bíblia tem duas respostas distintas para esta pergunta.


A bíblia diz que não.

João insiste em dizer que ninguém viu.

"Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito que está no seio do Pai, esse o revelou." João 1.18

"Ninguém jamais viu a Deus; se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós perfeito." 1 João 4.12

"Ninguém viu o Pai (Deus), a não ser aquele que vem de Deus; somente ele viu ao Pai." João 6.46

Timóteo também diz que não.

"Deus fará se cumprir no seu devido tempo. Ele é o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver." 1 Timóteo 6.15,16


A bíblia diz que sim.

De acordo com a bíblia, um montão de gente o viu.

“Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e setenta autoridades de Israel subiram e viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia algo semelhante a um pavimento de safira, como o céu em seu esplendor.” Êxodo 24.9,10

"O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo. Êxodo 33:11

Jacó também o viu.

"Jacó chamou àquele lugar Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada". Gênesis 32.30,31

Abraão não só o viu, mas também comeu um churrasco com ele.

"O Senhor apareceu a Abraão perto dos carvalhos de Manre, quando ele estava sentado à entrada de sua tenda, na hora mais quente do dia." Gênesis 18.1

"Abraão foi apressadamente à tenda e disse a Sara: 'Depressa, pegue três medidas da melhor farinha, amasse-a e faça uns pães'. Depois correu ao rebanho e escolheu o melhor novilho, e o deu a um servo, que se apressou em prepará-lo. Trouxe então coalhada, leite e o novilho que havia sido preparado, e os serviu. Enquanto comiam, ele ficou perto deles em pé, debaixo da árvore." Gênesis 18.6-8

Portanto,os seguidores da bíblia devem pensar dez vezes, antes de afirmar que ela não se contradiz.

sábado, 30 de março de 2013

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mais Um Ano - A Frustração Continua.

2013 - Mais um ano sem o mundo acabar e sem  Jesus voltar.
Até quando haverá pessoas vivendo esta ilusão?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012