segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mais Um Ano - A Frustração Continua.

2013 - Mais um ano sem o mundo acabar e sem  Jesus voltar.
Até quando haverá pessoas vivendo esta ilusão?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Brincando de Deus.

Fonte: http://www.atheistcartoons.com - Tradução: Milson

"BOAS NOVAS" (DE VERDADE) NO BLOG.

A partir de hoje, além das minhas próprias tiras, vou traduzir e postar tiras do cartunista Bill Mutranowski, do site atheistcartoons.com

Espero que gostem!

Milson

Todos Nascemos Ateus.

Fonte:  www.atheistcartoons.com - Tradução: Milson

domingo, 2 de dezembro de 2012

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER.

Exorcismo Moderno.

Esta tira foi gentilmente cedida pelo cartunista Carpalhau do blog Tiras & Colocas - http://www.tirasecolocas.blogspot.com.br

Engodo nas Entrelinhas do Sermão.


Outro dia, zapeando pelos canais de TV, me deparei com o missionário RR Soares, um destes pastores que não se cansam de se aproveitar da fragilidade (e ingenuidade) das pessoas para arrancar dinheiro em programas de televisão.

Não costumo assistir a este tipo de programa, até porque os considero totalmente nocivos à sociedade, mas, a título de curiosidade, para testar a minha paciência, às vezes paro para assistir por alguns instantes, assim como faço como os inúmeros outros programas de mau gosto do mesmo nível.

O missionário contava um fato que havia acontecido com ele em uma reunião em seu gabinete. Dizia que entre eles estava um médico muito chegado a ele, e que, no meio da reunião, o celular do médico tocou. Disse o missionário que, como o médico estava próximo a ele, dava para ouvir o diálogo, e que do outro lado da linha estava a esposa de um dos pastores da sua igreja.

A mulher falava que seu esposo não havia melhorado do seu mal estar, apesar de ter tomado a medicação que o médico prescrevera. Prontamente, o médico a orientou a aumentar a dose do medicamento.

Aproveitando-se da situação, diante de todos que estavam presentes à reunião, o missionário RR Soares pediu ao médico para falar diretamente com o pastor e, por telefone, disse ele, que repreendeu a doença, alegando ser obra do diabo.

Até aí tudo bem, é praxe entre eles, mas o que me chamou a atenção foi o descaramento do missionário ao dizer que alguns minutos depois a esposa do pastor voltou a ligar para o médico, informando que o pastor já estava se sentindo bem.

Astutamente, o missionário omitiu da multidão de fieis o efeito da medicação prescrita pelo médico e atribuiu a melhora do pastor à sua oração e, com uma risadinha cínica, pediu que a igreja glorificasse a Deus. Induzida, a igreja certamente obedeceu.

Os fiéis que buscam curas para os seus males nestas igrejas estão tão cegos em sua fé que não fazem a si mesmos a seguinte pergunta: por que raios a esposa de um pastor, que se encontrava em uma igreja, cercado de outros pastores, que esperneiam gritando que são portadores da virtude de curar todos os tipos de doenças, precisaria apelar insistentemente para um médico?

O fato de o médico ter aumentado a dose do medicamento e, consequentemente, minutos depois, o paciente melhorar, passa despercebido para o ouvinte descuidado e cego pela fé. É justamente valendo-se deste descuido que os pastores conseguem enganar tanta gente.

E o juízo das pessoas fica ainda mais prejudicado quando, desonestamente, eles omitem os resultados adversos. Certamente o missionário não teria comentado o fato se a mulher tivesse retornado a ligação para informar que o estado pastor teria piorado ou que ele havia batido as botas.

Pense!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Deslavando a Toalhinha.

O Mal Também Vencerá.


A existência do mal, e sua onipresença através do tempo, sempre revelou uma inconsistência na estrutura da crença no deus bíblico.

Um teólogo, por mais conhecedor que seja da bíblia, terá que aceitar, sem direito a réplica, que o mal jamais terá fim. Pois a ideia de uma condenação eterna, em um lugar atormentador destinado aos opositores do bem, é sustentada pela bíblia em diversos dos seus livros. Mas nenhum texto bíblico faz alusão direta à origem do mal. Apocalipse 7.8-9 é o que mais se aproximaria, visto que faz um breve relato de uma suposta guerra (ou rebelião) travada entre anjos no céu, ocasionada por uma rebelião liderada por Satanás (vulgo diabo), que até então também era um anjo.

Entretanto, de forma alguma os teólogos podem afirmar, com base na bíblia, que o mal tenha se originado naquele momento, pois uma guerra não se desencadeia sem que haja um motivo prévio. Assim sendo, seria correto afirmar que o deus bíblico (caso exista) seria o originador do mal. E se este deus, segundo os seus fieis, não teve início, podemos inferir que o mal é um dos seus atributos, e que sempre esteve com ele.

Ainda supondo a existência do deus bíblico, seria inútil desvincular dele a existência do mal. Com base nisso, podemos supor também que o mal existirá enquanto ele existir, portanto, o mal seria o seu grande ponto fraco.

Os cristãos, ou quaisquer outros seguidores de crenças fundamentadas na bíblia, têm a ideia de que um dia o seu deus dará um fim a tudo que existe, inclusive ao mal, derrotando o seu Diabo. Porém, à luz da bíblia, o mal nunca deixará de existir, apenas será “varrido para debaixo do tapete”; existirá no inferno, concomitante ao bem, no céu.

E se o objetivo maior do Diabo, ao longo de toda história, é granjear almas para lhe fazer companhia eternamente no inferno, ele conseguirá o seu intento, portanto não será derrotado. Aliás, se alguém tivesse que sair vitorioso nesta história toda, este alguém seria o diabo, pois, como mostra a bíblia, levaria mais mais almas para o inferno do que Deus conseguiria levar para o céu.

Para finalizar, contrariando ainda mais a fé dos seguidores da bíblia, após dar fim a todo o universo, Deus seria vítima de um dos seus próprios poderes, pois seria obrigado, pelo seu poder de onipresença, a estar eternamente tanto no céu como no inferno.

Tudo isso nos mostra que os argumentos bíblicos não são fiáveis, e que a fé cristã não passa de um fruto da imaginação do homem.