quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
De onde vem o socorro?
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
O Samba do Crioulo Doido.
Tentar entender a bíblia é,
definitivamente, uma tarefa em vão. Embora os cristãos, pelo menos a maioria
deles, reajam a esta afirmação com indignação, alegando que a bíblia só pode ser
compreendida através da fé, a existência de várias crenças que se baseiam nela,
com suas diferentes interpretações, é uma evidência de que, mesmo com o
atributo da fé, a bíblia é incompreensível.
Até mesmo a alegação de que a
compreensão dos textos bíblicos está condicionada à fé é uma contradição, pois
a própria bíblia, em alguns dos seus livros, exalta a sabedoria. E, cá entre
nós, não é nada sábio ter que abrir mão da racionabilidade para tentar entender
alguma coisa.
Para termos uma ideia de quão
confusa e contraditória a bíblia é, basta analisarmos as características e
ações do seu personagem principal, Deus, que ora é onipotente, onipresente e
onisciente, ora não.
As suas características de
onisciência e onipresença já são postas em dúvida nos primeiros versículos do
livro de Gênesis, pois ele demonstra não ter conhecimento algum de que a sua principal
obra, a criação do mundo, não daria certo. Além de demonstrar também não ter
conhecimento de que, ao criar os seus anjos, estaria criando um que se
rebelaria contra ele e tentaria destruir a sua obra. Afinal, onde estava ele
enquanto o diabo tramava e convencia legiões de anjos a aderirem à sua grande
rebelião?
As repetições da frase “e viu Deus que era bom”, após a conclusão de
alguns feitos, demonstra que Deus não sabe se algo será bom ou ruim, até que o
finalize. Portanto, não é onisciente.
Algumas
passagens bíblicas mostram que Deus não é onipresente. Vejamos algumas.
- Gênesis
11:5 - “Então desceu o SENHOR para ver a
cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam.” – Nota-se, aqui, que
Deus precisou descer à terra para ver a cidade, portanto ele não está presente
em todos os lugares ao mesmo tempo.
- Jó 1:7 – “Então
o SENHOR disse a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao SENHOR, e disse:
De rodear a terra, e passear por ela.” Se Satanás precisou sair da terra
para ir ao lugar onde Deus estava, conclui-se que Deus não estava na terra.
- Mateus 18.20 – “Porque, onde estiverem dois ou três
reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Ou seja, em situações onde haja menos de duas
pessoas, Deus não está presente.
Algumas
passagens também contrariam a onipotência e a infalibilidade de Deus. O fato de
existirem pessoas más no mundo atual, apesar de Deus, na tentativa de acabar
com a maldade no mundo, ter levado quase toda a humanidade ao extermínio com um
suposto dilúvio, mostra que Deus não tem o controle do que faz, portanto é
falho.
Outro fato
que aponta uma grande falha de Deus é a promessa de dar uma terra cheia de
maravilhas ao povo de Israel, quando, na realidade, teria dado uma área cheia
de conflitos e terras áridas. Foi necessário muito esforço para desenvolver
agricultura em Israel, devido à escassez de terras férteis. A propósito, não se
sabe onde foram parar as parreiras que, segundo a bíblia, produziam cachos tão
pesados que exigiam a força de dois
homens para serem transportados. Aliás, vale lembrar que a terra não foi dada
por deus, de acordo com o relato bíblico ela teve que ser conquistada com muita
luta e sangue derramado.
Algo que
também causa estranheza e, consequentemente, impossibilidade de compreensão é o
fato de Deus poder fazer algo e, não se sabe o porquê, não fazê-lo. Por exemplo,
de acordo com a bíblia, Deus teria “fechado as madres das mulheres” por algumas
vezes (como se a esterilidade feminina pudesse ser ligada e desligada através
de um botão interruptor), tornando-as estéreis como punição pela desobediência dos
homens. Entretanto, não se sabe se por incapacidade ou sadismo, Deus, por exemplo,
não tornam estéreis, mesmo que momentaneamente, como na bíblia, as mulheres
vítimas de estupros, viciadas em drogas, com a saúde debilitada ou aquelas que
residem, e são vítimas, em regiões assoladas pela fome.
Em outra
situação, conforme a bíblia, Deus teria matado o filho de Judá, Er,
simplesmente porque ele era mau. Ora, se a maldade é um motivo singular para a
morte, por que existiram, e existem ainda, tantas pessoas más?
Ainda na
mesma linha de raciocínio, não se entende porque Deus optou por utilizar porta-vozes
para se comunicar com as pessoas. Se o seu desejo mor é que todos os seres humanos
acreditem nele e o adorem, por que ele não fala diretamente a cada um deles? Este simples
ato (de justiça, diga-se de passagem) evitaria que ele condenasse e jogasse
toneladas e mais toneladas de pessoas no inferno, um lugar de tortura eterna criado por ele para punir as pessoas.
Além disso, evitaria ter que amaldiçoar a maioria das pessoas por confiarem no
que alguns homens, que elas não conhecem, escreveram em há milênios, pois ele
mesmo diz, de acordo com a bíblia, que maldito é o homem que confia em outro
homem.
Outra
característica muito marcante do deus bíblico é a sua desumanidade, a sua
frieza diante do sofrimento das pessoas. Não tenho dados precisos para apontar
um número exato, mas posso assegurar que são poucos os livros da bíblia que não
narram algum episódio que contenha derramamento de sangue.
De acordo
com o que lemos na bíblia, Deus, a fim de por em prática o seu plano de salvar
um número insignificante de pessoas (em relação ao grande número das que seriam
condenadas), não dá a mínima importância ao rastro de sangue que deixa ao longo
de toda a história da humanidade.
Na bíblia,
o derramamento de sangue começa nas primeiras páginas do primeiro livro, Gênesis
4.8, e chega a molhar as últimas páginas do último livro, Apocalipse 19.21.
Para os
seguidores da bíblia, o homem foi criado semelhante ao seu deus, mas a
recíproca parece não ser verdadeira, pois, se fosse semelhante ao homem, Deus
não o fadaria a sentir uma dor tão dilacerante, que chega ao mais profundo do
seu ser, quanto a dor da perda de um ente querido.
Também não permitiria que
certos tipos de doenças recaíssem sobre ele, causando-lhe dores intensas e
muito sofrimento, algumas delas atormentando-o por vários anos, até que ele não
resista mais e morra.
Se o deus
bíblico existisse de fato, e impusesse todas estas coisas à humanidade
simplesmente pelo fato de o primeiro casal, supostamente criado por ele, ter desobedecido
aos seus mandamentos, ele, ao contrário do que os seus seguidores dizem, seria
um ser extremamente injusto, pois estaria condenando bilhões e bilhões de
pessoas a pagarem por atos que elas não cometeram.
Embora, se
ele realmente existisse, não poderíamos jamais esperar o mínimo de sensibilidade
da sua parte, pois, o fato de ele sentenciar um réu que comete um delito
passageiro a uma pena com sofrimento eterno, demonstraria que ele não teria o
menor senso de justiça.
Ressaltando
que, mesmo que Deus, supostamente, tenha vindo à terra como homem, personificado
em Jesus, a sua condição humana seria muito diferente da nossa, pois saberia
que ele era Deus e teria a consciência de onde teria vindo e para onde iria
após a sua morte (supondo que exista vida após a morte), enquanto nós não temos
esta consciência.
Enfim, acredito
que este enunciado tenha sido suficiente para mostrar que a bíblia é um livro totalmente
contraditório e sujeito a várias interpretações diferentes; um verdadeiro samba do crioulo doido.
Portanto, em minha
opinião, é um risco muito grande adotá-la como um guia para nortear as nossas
vidas, pois, para aceitá-la como verdadeira, precisaríamos “fechar os olhos”
para muitas das suas passagens que mostram o contrário. Isso significa que
precisaríamos deixar que a emoção sobrepujasse a nossa razão, e sempre que deixamos isso acontecer, corremos
um sério risco de errar.
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sábado, 29 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Política e Religião.
Em época de eleições muitas igrejas, principalmente as
evangélicas, entram em polvorosa. Basta fazer algumas visitas aos templos
espalhados pelo país, para constatar que muitos deles se transformam em palanques
políticos.
O número de candidatos religiosos concorrendo a cargos
públicos parece aumentar a cada ano. Acredito que não haja um só município que
não tenha pelo menos um candidato evangélico concorrendo a uma vaga.
Nota-se um grande interesse da parte das igrejas
em eleger representantes em todas as esferas do governo. Para isso, deixam um
pouco de lado a sua dedicação à fé, e realizam cultos que mais se assemelham a
comícios, dado ao grande número de candidatos presentes e ao empenho em
apresentá-los aos fiéis.
Outro dia, um amigo meu, um pastor muito conhecido no meio evangélico
pelas palestras que realiza dentro e fora do Brasil, me abordou e pediu para
que eu votasse em um membro da sua igreja que estava candidato à vaga de
vereador.
Não perdi a oportunidade de perguntá-lo o porquê das igrejas
apoiarem candidatos a cargos políticos. Ele me deu exatamente a resposta que eu
esperava: – “A igreja precisa de pessoas
que as representem junto ao governo e que lutem pela sua causa”.
Então, me vali do recurso que eles usam para argumentar, a bíblia,
e perguntei: - Isso não está indo contra
o ensinamento bíblico que diz que os cristãos devem buscar primeiramente o
reino e a justiça de Deus, e todas as outras coisas lhes serão acrescentadas?
Ele, acostumado a falar para suas “ovelhas” sem ser
questionado, demonstrou não estar muito confortável, e achando que iria me
colocar em xeque, retrucou: - “Mas a
igreja tem buscado o reino e a justiça de Deus!”.
Procurando evitar um diálogo longo e desnecessário, arrematei:
Então parece Deus não está acrescentando as
demais coisas, né? Peguei o folheto do
candidato que ele me apresentara, me despedi e saí.
Mas não é só quando se envolvem na política que os cristãos mostram
o quanto contrariam o que manda a sua religião. Quando contratam um advogado,
por exemplo, estão se opondo ao que diz a sua bíblia em Jó 16.19 – “Saibam que agora mesmo a minha testemunha
está nos céus; nas alturas está o meu advogado”; em Provérbios 22.23 – “Pois o Senhor será o advogado deles, e
despojará da vida os que os despojarem” e em João 2.1 – “Temos um advogado junto ao Pai, Jesus
Cristo, o Justo”.
Quando se preocupam com a segurança de suas casas ou
quando contratam um serviço de vigilância, estão indo contra o que a bíblia diz
em Salmos 127.1 – “Se o SENHOR não
edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a
cidade, em vão vigia a sentinela”.
E, para fechar, quando contratam planos
de saúde ou tratamento médico, contrariam o que diz a bíblia em Tiago 5.15 – “E a oração feita com fé curará o doente; o
Senhor o levantará”.
Enfim, embora não assumam, os cristãos estão constantemente oscilando
entre a fantasia da fé, quando afirmam que seu deus supre todas as suas
necessidades, e a dura realidade, quando mostram que eles mesmos precisam buscá-las.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Nos céus de 70..
Um fato curioso que presenciei na década de 70 foi o avistamento de uma imagem semelhante a esta que está no vídeo abaixo.
.
Ela surgiu no céu volta das 19 horas, permaneceu por, pelo menos, dez minutos, e foi desaparecendo lentamente.
Assim como eu, que era criança na época, muita gente ficou assustada, por não saber do que se tratava. É claro que muitos religiosos, como sempre, diante de um fato que ignoram, e não fazem questão de pesquisar, atribuíram o acontecimento a uma ação sobrenatural, como sendo um sinal para o fim do mundo.
Eu, à época, religioso por indução, mas cético por natureza (hoje ateu convicto), preferi ficar à espera de uma resposta concreta.
Embora não tendo encontrado uma explicação lógica para o fato até joje, não posso fechar esta lacuna com suposições de atividades sobrenaturais. Não posso fazer isso.
Decidi fazer este post apenas para que outra pessoas, que também tenham avistado a imagem, possam comentar e, assim, trocarmos informações.
domingo, 23 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Invadindo a praça?
Uma
coisa que é comum, sempre que passamos por uma praça, principalmente das
grandes cidades, é encontrarmos pregadores, aos gritos, tentando convencer as
pessoas a se converterem às suas religiões para se livrarem do inferno.
Toda
religião, sem exceção, funciona com o sistema de pirâmide, onde cada membro tem
como principal tarefa convencer o maior número de pessoas possível de que a sua
religião é a mais correta de todas.
É
muito difícil, quando observamos com imparcialidade, não inferirmos que tudo
não passa de uma jogada muito bem arquitetada, com o único objetivo de gerar
lucros para quem se encontra no topo da pirâmide.
O que
difere o sistema religioso de pirâmide dos demais, é que, neste, os membros que
compõem a base não são recompensados pelo seu trabalho com algo substancial,
mas sim com palavras de incentivo, promessas de vida eterna, esperanças de cura,
ou seja, coisas que não passam do campo da abstração.
O
que vemos nas praças, na realidade é apenas a ponta de uma grande “iceberg”. O
que leva tantos pregadores a saírem “gritando aos quatro ventos”, pelas praças
das cidades, faz parte de um trabalho que começa nas igrejas. Os líderes
religiosos, principalmente os evangélicos, sabendo que esta prática surte
efeito, selecionam e recitam exaustivamente, versículos bíblicos que motivem os
seus seguidores a exercê-la.
Mandamentos,
como, “Ide por todo o mundo, pregai o
evangelho a toda criatura”, atribuídos a Jesus, são citados repetidamente,
numa tentativa pertinaz de tentar fixar na cabeça do seguidor que, se ele não conseguir
convencer certo número de pessoas a se converter à sua religião, será a pior
das criaturas, além de demonstrar muita falta de fé.
Mas,
pergunto, será que o mais convicto cristão acredita que realmente tem fé no seu
deus? Pelo menos na prática não demonstram isso. Não vemos, por exemplo, com a
mesma empolgação que saem às ruas aqui, no Brasil, cristãos se aventurando a
pregar o evangelho em países de maioria muçulmana
Por
que os líderes religiosos cristãos, ao invés de fazerem “chover no molhado”,
enviando missionários a países onde já existem cristãos de sobra, não os enviam
a países onde pouco se sabe a respeito de Jesus?
Querer demostrar fé, saindo para pregar nos países africanos assolados pela fome não vale, pois para encher um templo, basta prometer que vai ter pão após a reunião.
Não se pode medir a fé de ninguém, a única tentativa da fazê-lo está em uma fala atribuída a Jesus, que diz que se alguém tivesse a fé do tamanho de um pequeno grão, faria coisas mais extraordinárias do que as que ele teria feito.
Hoje eu posso dizer que não tenho nenhuma, mas, pelo que se pode ver na prática, ninguém tem.
Querer demostrar fé, saindo para pregar nos países africanos assolados pela fome não vale, pois para encher um templo, basta prometer que vai ter pão após a reunião.
Não se pode medir a fé de ninguém, a única tentativa da fazê-lo está em uma fala atribuída a Jesus, que diz que se alguém tivesse a fé do tamanho de um pequeno grão, faria coisas mais extraordinárias do que as que ele teria feito.
Hoje eu posso dizer que não tenho nenhuma, mas, pelo que se pode ver na prática, ninguém tem.
domingo, 9 de setembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Santa Contradição!
domingo, 5 de agosto de 2012
Bênçãos, conforme as posses.
Não sei se você, assim como eu, já atentou para o fato de que as bênçãos que os religiosos afirmam receber do seus deuses estão totalmente relacionadas às posses de cada um.Não é difícil achar elementos que sustentem esta observação, basta dar uma olhada com um pouco de atenção nas pessoas que professam alguma fé na nossa vizinhança.
Um prato cheio para fundamentar o que digo são aqueles programas de rádio e televisão que costumam mostrar exaustivamente os testemunhos dos seus fiéis.
Fazendo isso, veremos que, embora não façam diferença para os fiéis, os valores das supostas bênçãos recebidas estão proporcionalmente relacionados às suas posses.
Observe, se tiver paciência suficiente (pra não dizer saco), que os testemunhos daqueles fiéis que desfrutam de um alto poder aquisitivo referem-se a negócios bem sucedidos, viagens a lazer, aquisição de imóveis de alto padrão e carros de luxo.
Mas percebemos que tudo isso muda, quando descemos um pouco na escala das posses, pois nos deparamos com aqueles que já não se encontram em uma situação financeira muito favorável. Não dispondo de bens tão valiosos para mostrar, falam, embora com o mesmo entusiasmo, de negócios de pequena monta (os populares rolos), de terrenos e casas simples comprados na periferia, em conjuntos habitacionais e carros caindo aos pedaços, com décadas de uso.
Nesta mesma categoria também se encontram aqueles que costumam compartilhar com seus pares as suas aventuras e desventuras, por exemplo, supostas curas de doenças incuráveis, dívidas perdoadas e libertação de supostas divindades espirituais.
Já se quisermos tomar conhecimento dos testemunhos daqueles que literalmente se encontram no solo da pirâmide social, os moradores de rua, como não há o menor interesse dos líderes religiosos em exibí-los em seus programas de rádio e televisão, teremos que procurá-los pessoalmente, nos locais onde vivem, as ruas.
Se fizermos isso, e perguntarmos sobre as bênçãos que têm recebido do seus deuses, não será surpresa se obtivermos como resposta que, para eles, as bênçãos mais importantes que recebem são um pouco de alimento para aliviar a fome e uma caixa de papelão para os proteger do frio.
Olhando de fora, as imagens que nos vem à mente são de deuses (entre eles, o judaico) servindo aos senhores com banquetes, mantendo os serviçais com pão e jogando aos humildes as migalhas.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Um chute no traseiro da ilusão.
Como diz um dito popular, a mentira tem pernas curtas porque sabemos que ela não
costuma ir muito longe. Cedo ou tarde, ela cambaleia, tropeça e acaba
sendo alcançada pela verdade.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
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